Como melhorar a autoestima? Confira essas dicas infalíveis!

A autoestima é a forma como uma pessoa percebe o próprio valor, suas competências e sua capacidade de lidar com os desafios da vida . Mais do que estar relacionada à aparência, ela reflete a maneira como cada um se enxerga e se relaciona consigo mesmo.

Essa relação nem sempre é positiva. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024 , do IBGE, a satisfação com a própria imagem corporal entre adolescentes brasileiros de 13 a 17 anos ficou em 58% em 2024 . O dado reforça a importância de cuidar da saúde mental, definida pelo Ministério da Saúde como um estado de bem-estar que permite à pessoa desenvolver as habilidades necessárias para enfrentar os desafios do dia a dia.

Ao longo deste artigo do blog da Preço Popular , você vai conhecer os quatro pilares que a sustentam, aprender a identificar os principais sinais de autoestima baixa, descobrir quais fatores podem influenciar essa percepção e saber quando é o momento de buscar ajuda. Confira!

Índice

  1. Quais são os quatro pilares da autoestima?
  2. Quais são os sinais de autoestima baixa?
  3. O que afeta a autoestima?
  4. Como melhorar a autoestima no dia a dia?
  5. Autoestima e saúde mental: quando buscar ajuda?
  6. Conte com a Farmácia Preço Popular no cuidado com o seu bem-estar!
  7. Perguntas frequentes sobre autoestima

Quais são os quatro pilares da autoestima?

Os pesquisadores Friederike Potreck-Rose e Gitta Jacob organizaram a autoestima em quatro pilares, modelo que ajuda a entender que ela vai muito além do corpo:

  • Autoaceitação : a postura positiva em relação a quem você é, incluindo estar em paz consigo e se respeitar;
  • Autoconfiança : a crença nas suas próprias capacidades, no seu desempenho e na sua força para atravessar dificuldades;
  • Competência social : a habilidade de se relacionar, lidar com situações difíceis e ajustar proximidade e distância nos vínculos;
  • Rede social : ter relações satisfatórias com família e pessoas próximas, podendo contar com elas e ser importante para elas.

Repare que nenhum dos pilares fala de aparência. Todos falam de vínculo: com você mesmo e com quem está por perto.

Quais são os sinais de autoestima baixa?

A autoestima baixa costuma se manifestar em padrões de pensamento e comportamento repetidos , e não em um episódio isolado. Entre os sinais mais comuns descritos na literatura em psicologia estão:

  • Autocrítica constante, com dificuldade de reconhecer os próprios acertos ;
  • Comparação frequente com outras pessoas, quase sempre em desvantagem ;
  • Dificuldade de dizer não e de estabelecer limites ;
  • Medo intenso de errar ou de ser julgado, levando a evitar oportunidades ;
  • Sensação de não merecer coisas boas, afeto ou reconhecimento .

Perceber esses sinais em você não é motivo para mais uma cobrança. É informação útil, e reconhecê-la já é um primeiro movimento de cuidado.

O que afeta a autoestima?

A autoestima se constrói a partir de experiências, vínculos e do que as pessoas ao redor devolvem para você. Críticas duras na infância, relações abusivas, bullying, luto e desemprego são fatores que costumam abalá-la.

A comparação nas redes sociais é outro peso importante. Em pesquisa publicada no Jornal Brasileiro de Psiquiatria com 212 adolescentes brasileiras, 85,8% estavam insatisfeitas com a própria imagem corporal, e acessar o Instagram mais de dez vezes por dia esteve associado a maior chance de insatisfação.

O Conselho Federal de Psicologia também aponta que, entre os impactos mais comuns do uso de telas por crianças e adolescentes, estão a alteração da imagem corporal e os transtornos de ansiedade . Ou seja, boa parte da pressão que você sente não nasceu dentro de você: ela foi colocada de fora para dentro.

Como melhorar a autoestima no dia a dia?

Não existe fórmula rápida, mas existem hábitos que sustentam uma relação mais gentil com você.

  • Pratique o autoconhecimento : conhecer seus limites e suas forças ajuda a substituir a autocobrança por escolhas mais realistas;
  • Ajuste as expectativas : metas impossíveis produzem sensação de fracasso; metas do tamanho da sua vida real produzem confiança;
  • Movimente o corpo pelo bem-estar : caminhar, dançar ou praticar yoga faz bem à saúde física e mental, independentemente de mudar sua aparência;
  • Cuide da sua rede de apoio : o apoio social é um dos determinantes do bem-estar citados pelo Ministério da Saúde;
  • Reduza o tempo de comparação : diminuir a exposição a perfis que geram sensação de inadequação alivia uma pressão que não é sua;
  • Reconheça suas qualidades : vale anotar o que você fez bem no dia, mesmo que pareça pequeno.

Autoestima e saúde mental: quando buscar ajuda?

Autoestima baixa não é um diagnóstico, mas pode caminhar junto com quadros que precisam de acompanhamento, como ansiedade e depressão. Procurar ajuda é indicado quando o sofrimento é persistente, atrapalha o sono, o trabalho, os estudos ou os relacionamentos .

A psicoterapia é o caminho mais direto para trabalhar autocrítica, autoimagem e padrões de comportamento. No Brasil, o atendimento em saúde mental é gratuito pelo SUS : os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) recebem por demanda espontânea, e a unidade básica de saúde do bairro também é porta de entrada. Se houver sofrimento emocional intenso, o CVV atende no 188, de graça e 24 horas por dia.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde , ainda existe uma lacuna grande entre quem precisa e quem chega ao cuidado nos países. Pedir ajuda cedo encurta esse caminho. Para ir mais fundo no assunto, vale conferir o guia de saúde mental do blog da Preço Popular.

Conte com a Farmácia Preço Popular no cuidado com o seu bem-estar!

Falar de autoestima é falar da forma como você se trata todos os dias, e cuidar de si mesmo não precisa ser caro nem complicado para fazer diferença na rotina. Pequenos gestos, escolhas conscientes e o apoio certo em cada etapa fazem parte dessa construção diária.

Na Farmácia Preço Popular , você conta com uma equipe atenciosa para esclarecer dúvidas sobre o uso correto dos medicamentos prescritos pelo médico e valores acessíveis para acompanhar toda a rotina de cuidado. Porque cuidar de si é um exercício constante, e ter apoio próximo faz toda a diferença ao longo do caminho.

Perguntas frequentes sobre autoestima

Autoestima baixa é depressão?

Não. São coisas diferentes . A autoestima baixa é uma forma de se avaliar negativamente, enquanto a depressão é um transtorno com critérios diagnósticos definidos. Elas podem aparecer juntas, e só um médico ou psicólogo pode avaliar cada caso.

Mudar a aparência melhora a autoestima?

Não necessariamente . Autoimagem e autoestima são conceitos distintos, e mudanças estéticas não alteram sozinhas a forma como você se trata. O trabalho principal é sobre a relação que você tem com você mesmo.

Quanto tempo leva para melhorar a autoestima?

Não há prazo fixo . A autoestima se constrói ao longo da vida e oscila conforme experiências e contextos. Mudanças costumam aparecer de forma gradual, com constância nos hábitos e, quando necessário, acompanhamento profissional.

Existe suplemento ou remédio para autoestima?

Não . Autoestima não é uma condição clínica tratável com medicamento ou suplemento alimentar. Quando há um transtorno associado, como ansiedade ou depressão, o tratamento é definido exclusivamente por um médico.

Referências

Ministério da Saúde. Saúde Mental. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-mental . Acesso em: 22 jul. 2026.

Organização Pan-Americana da Saúde. Saúde mental. Disponível em: https://www.paho.org/pt/topicos/saude-mental . Acesso em: 22 jul. 2026.

SBICIGO, J. B.; BANDEIRA, D. R.; DELL’AGLIO, D. D. Escala de Autoestima de Rosenberg (EAR): validade fatorial e consistência interna. Psico-USF, 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/pusf/a/QmW8Jr3cNCfvxW5XKMbt5jN/ . Acesso em: 22 jul. 2026.

ANTUNES, J. T.; LISBOA, J. V. A autopercepção da imagem corporal dos adolescentes brasileiros nos anos de 2009 a 2019 segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE). Cadernos de Saúde Pública, 2024. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/KmS46G5GHVgHxg9SXwXzSnb/ . Acesso em: 22 jul. 2026.

LIRA, A. G. et al. Uso de redes sociais, influência da mídia e insatisfação com a imagem corporal de adolescentes brasileiras. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 2017. Disponível em: https://www.scielo.br/j/jbpsiq/a/6NrPypcRchnc35RH9GLSYwK/ . Acesso em: 22 jul. 2026.

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PREÇO POPULAR. 11 benefícios da prática da yoga para o corpo e a mente. Disponível em: https://blog.precopopular.com.br/beneficios-da-pratica-da-yoga/ . Acesso em: 22 jul. 2026.

PREÇO POPULAR. Janeiro Branco: guia definitivo para saúde mental. Disponível em: https://blog.precopopular.com.br/janeiro-branco-guia-definitivo-para-saude-mental/ . Acesso em: 22 jul. 2026.

BRASIL. Ministério da Saúde. Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Brasília, DF, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desmad/raps/caps . Acesso em: 23 jul. 2026.

CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA (CVV). Ligue 188. [S.l.], [s.d.]. Disponível em: https://cvv.org.br/ligue-188/ . Acesso em: 23 jul. 2026.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE): 2024. Rio de Janeiro: IBGE, 2026. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9134-pesquisa-nacional-de-saude-do-escolar.html . Acesso em: 23 jul. 2026.

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